Novamente o google, estava eu inocentemente navegando, lendo meus blogs preferidos quando me deparo com essa intrigante noticia, o google esta lançando mais um produto, pensei qual seria a novidade desta vez ? pois sempre que o google lança um produto eu fico com aquela sensação “por que não pensei nisso antes?”, entretanto este produto não chega a ser uma “novidade” pelo contrario ele nasceu com a web, então que produto é ? sim, isso mesmo um web browser e como de costume, para o google, “menos é mais” umas das principais caracteristica do navegador é a simplicidade, bom se ainda não é suficiente o pessoal do google criaram uma pagina para explicar o porque desta novidade.
Uma curiosidade é http://docs.jboss.com/seam/2.0.1.GA/reference/en/html/gettingstarted.html que é esse tal de seam-gen é basicamente uma cópia do generate do Ruby On Rails, até ae tudo bem mas reparem no trecho:
“But if you really want a fast edit/compile/test cycle, Seam supports incremental redeployment of JavaBean components. To make use of this functionality, you must deploy the JavaBean components into the WEB-INF/dev directory, so that they will be loaded by a special Seam classloader, instead of by the WAR or EAR classloader.”
e logo depois :
“ou need to be aware of the following limitations:
então em resumo este tal de ” fast edit/compile/test cycle” não existe com essas limitações… O mais engraçado é o “But if you really want” , se eu quero(preciso) ? não, eu não quero não… eu gosto de ficar reiniciando o tomcat…é divertido… perder o maior tempo e depois descobrir que o tomcat não fez o deployment da sua ultima alteração na sua classe, super legal.
Depois de muito ouvir falar desse tal de JBoss seam , hoje resolvi testar ele, fazer algum exemplo realmente facil para ver como ele funciona. Para isso fui até site do framework e baixei a versão [jboss-seam-2.0.3.CR1] eu já tinha baixado o JBoss [jboss-5.0.0.Beta4], com isso eu esperava ter tudo para rodar o tal JBoss Seam engano meu logo no começo para rodar o JBoss tive um problema, bem estranho, mais googlando “resolvi” tinha alguma coisa haver com java jdk 6, tudo bem adicionei um novo parametro para JVM e ok agora já era possível rodar o JBoss, claro para fazer isso la se foram uma 1 hora.
Depois disso já confiante que iria ver o JBoss Seam rodando na minha maquina, entrei no diretorio de exemplos do framework e depois de alguns minutos e um monte de build.xmls e build.properties eu era capaz de fazer o build das aplicações de exemplos no diretorio correto do JBoss.
E para ter “alguma base” abri o tutorial do Seam que começa pela aplicação “registration” depois de executar “ant” no diretório do exemplo, mais uma decepção :
*** CONTEXTS IN ERROR: Name -> Error
vfsfile:/C:/jboss-5.0.0.Beta4/server/default/deploy/jboss-seam-registration.ear
-> java.lang.RuntimeException: mapped-name is required for timerService of deplo
yment TimerServiceDispatcher
Novamente de volta ao google e desta vez sem muita sorte, depois de pelo menos uma hora, descobri que esse erro é realmente um bug, e que teria que baixar o JBoss com o release que corrigia este bug….
Em casa conexão discada… sem chance de baixar JBoss… então baixei esse tal de JBoss embebed [jboss-embedded-beta3-SNAPSHOT-bin] e mais uma vez depois de uma hora brigando com o bicho, devido a problemas de configurações especificos da minha maquina, “até que funcionou” consegui rodar alguns exemplos do JBoss Seam e já outros não funcionaram, por exemplo [registration]…
em resumo pretendia estudar o framework mais gastei quase todo tempo em problemas de configurações, talvez eu tenha escolhido errado as versões, pois quase todas elas era CR,BETA então vou tentar novamente mais somente com versões “estaveis” dos frameworks.
Mais de primeira o que notei no framework é a volta do EJB estilo “bem pesado”,”para rodar em servidor de aplicação” muito criticados em sua versão EJB 2.*.
Sobre o JBoss Seam a idéia do framework é Usar EntityBean(JPA e Hibernate) e um tal de Stateless Session Bean como a classe de ação.
bom lendo o tutorial percebe-se tem annotations para todo lado e alguns xmls(web.xml,persistence.xml,faces-config.xml,ejb-jar.xml).
A Java magazine deste mês fala deste framework, e pela matéria parece ser o framework “produtivo”, mais será mesmo ?
Outra critica é que JBoss Seam como próprio nome diz é “JBoss” teoricamente tem suporte para outros AS, mais sabe como é né ? “na pratica a teoria é outra…”.
bom vamos ver se na próxima tentativa eu tenha mais sorte.
Finalmente consegui encontrar um plugin para formatar os códigos fontes apresentados neste blog.
public class TestPlugin {
public static void main(String args[]) {
System.out.println("teste");
}
}
com isso irei aumentar a frequência de posts apresentados aqui.
Espero que em 2008, eu consiga postar mais e melhor.
Apples and Ideas
“If you have an apple and I have an apple and we exchange apples then you and I will still each have one apple. But if you have an idea and I have one idea and we exchange these ideas, then each of us will have two ideas.”
George Bernard Shaw
fonte:
Esses blogs são bem interessantes e engraçados.
http://blog.fragmental.com.br/
O Post http://gc.blog.br/2007/08/27/dijkstra-um-grande-jornalista/ é muito engraçado.
Alguns dos pedidos mais frequentes feitos por iniciantes em java nos fórums é um programa de exemplo feito em java… Por isso considero importante este link pois nele você irá encontrar um “programinha” simples(será ?) feito pelo próprio criador do java (e colaboradores), legal né ?
Trata-se de um simples “fazedor de apresentação” que James fez em virtude da sua necessidade de fazer muitas apresentações, coitadinho…
Segue o link https://huckster.dev.java.net/ , diverta-se !
Site Brasileiro muito interessante sobre inovações tecnológicas.
vale a pena conferir:
Poema que encontrei no site do movimento estudantil da USP.
sem comentários!
Poética
Manuel Bandeira
Estou farto do lirismo comedido
Do lirismo bem comportado
Do lirismo funcionário público com livro de ponto expediente
protocolo e manifestações de apreço ao Sr. diretor.
Estou farto do lirismo que pára e vai averiguar no dicionário
o cunho vernáculo de um vocábulo.
Abaixo os puristas
Todas as palavras sobretudo os barbarismos universais
Todas as construções sobretudo as sintaxes de exceção
Todos os ritmos sobretudo os inumeráveis
Estou farto do lirismo namorador
Político
Raquítico
Sifilítico
De todo lirismo que capitula ao que quer que seja
fora de si mesmo
De resto não é lirismo
Será contabilidade tabela de co-senos secretário do amante
exemplar com cem modelos de cartas e as diferentes
maneiras de agradar às mulheres, etc
Quero antes o lirismo dos loucos
O lirismo dos bêbedos
O lirismo difícil e pungente dos bêbedos
O lirismo dos clowns de Shakespeare
— Não quero mais saber do lirismo que não é libertação.
Search Engine Marketing, Um tema que recentemente vem se tornando popular na web brasileira. Um site legal, com um bom visual e conteúdo parece sério:
Confira e deixe seu comentário